quinta-feira, 19 de maio de 2011

DIA MUNDIAL DA CONSCIENCIALIZAÇÃO DO AUTISMO (2 DE ABRIL)

O Autismo, às vezes chamado “autismo clássico”, é a perturbação mais comum dentro de um grupo de alterações do desenvolvimento, conhecidas como Perturbações do Espectro Autista. Para o diagnóstico dos casos de autismo são tidas em consideração três áreas conhecidas no seu conjunto por “Tríade de Wing”:

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Outras perturbações do Espectro Autista incluem:
- Perturbação de Asperger
- Perturbação de Rett
- Perturbação Desintegrativa da Segunda Infância
- Perturbação Pervasiva do Desenvolvimento Sem Outra Especificação


Todas estas perturbações possuem aspectos comuns; no entanto, algumas características diferem de perturbação para perturbação tanto a nível de intensidade como na presença/ausência das mesmas.
No nosso agrupamento, existem crianças sinalizadas com esta síndrome. Daí que, por respeito para com estas crianças e suas famílias, a Educação Especial tenha comemorado, este dia, com uma exposição de cartazes no átrio da escola EB 2,3

 clip_image002Alunos da Educação Especial que participaram no evento
(Da esquerda para a direita: Pedro Pereira, Ana Rita, Cátia Fonseca, Pedro Sousa)


É PRECISO NÃO ESQUECER QUE:

    • UMA PESSOA COM AUTISMO ENTENDE E COMPREENDE MAIS DO QUE COMUNICA
    • É SENSÍVEL, TEM SENTIMENTOS E GOSTA DE CONVIVER COM OS OUTROS
    • TEM HABILIDADES QUE PODEM E DEVEM SER DESENVOLVIDAS
    • TEM UMA IDADE QUE DEVE SER  RESPEITADA
    • PRECISA DE APOIO NA SUA AUTO-ESTIMA
    • PRECISA QUE COMPREENDAM AS  SUAS CAPACIDADES E LIMITAÇÕES.


Educação Especial

ENCONTRO DESPORTO ADAPTADO

Os alunos da Educação Especial: Pedro Pereira, Cátia Fonseca, Hugo Vicente, André Couto, Pedro Sousa, Vera Cardoso, Tiago Pereira, Sérgio Mendonça e Catarina Teixeira, participaram no “ENCONTRO DESPORTO ADAPTADO” que decorreu, no sábado, 30 de Abril de 2011, na Escola Básica 2/3 de Cinfães. Tratou-se de um encontro Regional destinado a todos os alunos NEE de carácter prolongado, portadores de deficiência, de todos os Estabelecimentos de Educação e Ensino com Desporto Escolar da DREN.
Com a realização deste encontro, perseguiram-se, entre outros, os seguintes objectivos: (i) participar nas atividades lúdico-desportivas procurando o êxito pessoal e de grupo; (ii) estabelecer um relacionamento pessoal e de respeito com os companheiros, quer no papel de colega, quer no papel de adversário; (iii) cooperar nas situações de aprendizagem e organização em ordem a um bom ambiente relacional.
Os nossos alunos desenvolveram as seguintes atividades: Goalball; Slalom de Cadeira de Rodas; Jogos de Precisão; Piscina de Bolas; Workshop de Expressões, Brinquedos Adaptados e Boccia. Infelizmente não foi possível praticar passeios a cavalo devido à chuva.
O almoço: creme de legumes, empadão de carne, pão, gelatina, logout e água, estava muito bom - parabéns às cozinheiras - e foi servido na Cantina da Escola - obrigado senhor Diretor.
A responsabilidade do encontro ao nível da nossa escola esteve a cargo do professor de Educação Física – Rui Almeida tendo sido coadjuvado nessa tarefa pelo professor da Educação Especial - António Soares e pelas técnicas operacionais Lúcia e Beatriz.
Os alunos participaram nas atividades lúdico-desportivas, cooperaram na partilha de tarefas e espaços, manifestaram interesse, satisfação pessoal, respeito pelos companheiros e adversários e um bom ambiente relacional.


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Workshop de Expressões

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Jogos de Precisão

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Goalball (a nossa equipa e a equipa opositora)

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Piscina de Bolas

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Slalom de Cadeira de Rodas

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Jogo do Boccia

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Segue-se um breve testemunho de alguns dos alunos participantes no evento.
“Eu gostei muito do passeio, da piscina de bolas e do jogo da Boccia.” (Pedro Pereira)
“Eu gostei muito de ir ao encontro. Do que gostei mais foi de jogar às latas e a outros jogos. Também gostei do almoço e dos jogos no ginásio.” (Cátia Fonseca)
“Gostei do passeio, sobretudo do convívio, do jogo da Boccia e da Piscina de Bolas.” (Pedro Sousa)
“O que eu gostei mais foi dos jogos: Goalball, e jogo das latas. Também gostei de trabalhar o barro e de pintar.” (Sérgio Mendonça)
“Eu gostei de andar na cadeira de rodas” (Catarina Teixeira)

Obrigado a todos os que contribuíram para que este encontro fosse um êxito. Sem querer ser exaustivo: à junta de freguesia de Almacave que nos cedeu a carrinha, e ao condutor – Senhor Julião, que tão bem nos conduziu, e que não descansou enquanto não entregou no local próprio todos os alunos, mesmo correndo alguns riscos, em caminhos apertados e perigosos, ao empenho dos professores Rui Pereira e António Soares, aos incansáveis alunos Vera e Sérgio e às técnicas operacionais Lúcia e Beatriz.
Um agradecimento especial ao Diretor da Escola EB 2,3 de Cinfães, Dr.º Manuel Pereira, pela forma como nos recebeu, à professora de Educação Física – Catarina, e a todos os professores e técnicos que contribuíram para o sucesso deste evento.


Os professores
Rui Almeida e António Soares

quarta-feira, 23 de março de 2011

DIVERSIFICAÇÃO DA OFERTA CURRICULAR

Factores como o desemprego, os baixos salários, a pobreza e as disfuncionalidades familiares, têm vindo a contribuir para que cada vez mais crianças/jovens se apresentem nas escolas desmotivados, com insucesso escolar repetido e em risco de exclusão. Neste contexto, à instituição escolar enquanto espaço plural, cabe, dentro da autonomia que os normativos lhe conferem, encontrar respostas adequadas para estas crianças/jovens.
Os percursos curriculares alternativos (PCA), criados pelo Despacho Normativo n.º 1 de 2006, podem dar um contributo para a referida diversificação.
Trata-se de percursos que se destinam a alunos do 1.º, 2.º ou 3.º ciclos do ensino básico, menores de 15 anos, com insucesso escolar repetido, problemas de integração na comunidade escolar, risco exclusão e de abandono escolar, forte desmotivação, elevado índice de abstenção e baixa auto-estima. “Centram-se na aquisição de competências essenciais, nomeadamente em Língua Portuguesa e Matemática, e de uma formação artistica e profissionalizante”.
Numa altura em que tanto se fala de turmas demasiado grandes, é bom saber que o número mínimo para a constituição de uma turma de PCA é de dez alunos.
Na elaboração do projecto de turma de PCA há dois aspectos importantes: (1) o diagnóstico: (i) saber que alunos preenchem os requisitos; (ii) saber qual o denominador comum dos interesses desses jovens – formação artistica, vocacional, pré-profissional ou profissional; (2) aproveitar ou criar as condições para desenvolver a referida formação.
Os PCA permitem a permeabilidade entre percursos e a consequente transição para outras modalidades de formação.
No 3.º ciclo, os alunos de PCA são dispensados da realização de exames nacionais à excepção dos que pretendam prosseguir estudos de nível secundário em cursos cintentífico-humanísticos, todavia, podem prosseguir estudos em cursos do nível secundário de educação.
As propostas de constituição de turmas de PCA, devem ser enviadas, pelas entidades promotoras, às Direcções Regionais, até ao final do mês de Maio.

António Soares

VISITA DE ESTUDO À CIDADE DO PORTO

No dia 11 de Março de 2011, os alunos da Educação Especial, integrados nas suas turmas, devidamente acompanhados pelos Docentes de Educação Especial – António Soares e Sónia Pereira e pelas técnicas operacionais Paula e Beatriz, participaram numa visita de estudo à cidade do Porto.

Com esta visita perseguiram-se os seguintes objectivos: (i) promover a socialização – saber ser, saber estar, conviver; (ii) desenvolver a curiosidade; (iii) desenvolver a noção de espaço-tempo.
Saímos de Lamego por volta das 8:30 horas e chegamos ao Porto por volta das 10:30 horas. Tomamos o pequeno almoço e iniciamos a visita pela igreja de S. Francisco, uma belíssima obra – Monumento Nacional – que, como o guia não se cansou de referir, se destaca pela sua história atribulada e por estilos arquitectónicos que vão do gótico exterior à riqueza barroca dos seus altares interiores.

Seguimos para um anexo da Igreja de S. Francisco, o impressionante cemitério subterrâneo, designado de catacumbas. Trata-se de uma obra inspirada nas catacumbas romanas cuja construção se iniciou no final da 1.a metade do século XVIII, altura em que ainda não eram conhecidos os cemitérios públicos. Seguiu-se o almoço no Parque da Cidade.

E, de seguida, a visita ao Palácio da Bolsa, ora Sede da Associação Comercial do Porto. Trata-se de um Palácio estruturado em vários espaços: Pátio das Nações, Tribunal do Comércio, Sala do Presidente e Salão Árabe, todos de grande valor histórico-cultural. Todavia, por ser amplo e esplendorosamente revestido a ouro, é o Salão Árabe que se constitui como verdadeiro ex-libris deste Palácio.

Terminada a visita, e depois de um passeio pela Ribeira do Porto – Património da Humanidade – e de refazer os estômagos com o que restou do almoço, partimos para Lamego, onde chegamos por volta das 19:00 horas.



A inclusão é, como nesta visita de estudo, a partilha total do tempo e do espaço numa perspectiva socializadora e adequada às capacidades de cada aluno. A cada um segundo as suas capacidades e necessidades.
Para quem considera despicienda e sem importância a inclusão dos alunos NEE nestas viagens, nada melhor que auscultá-los após a visita.
Finalmente importa destacar dois aspectos: um mau, outro bom.
O mau, refere-se ao facto de estes monumentos estarem pejados de barreiras arquitectónicas impeditivas da inclusão.



Será que, num país onde se assinam todas as convenções internacionais sobre inclusão, ninguém se lembra que há cidadãos com handicap fisico-motor? Será que, neste país, se considera que os referidas cidadãos não precisam de aceder aos mesmos espaços histórico-culturais que os restantes?
O bom, refere-se refere-se à deferência com que fomos recebidos, às explicações dados acerca da história dos monumentos visitados bem como à ajuda física prestada por estes guias para vencer as muitas barreiras arquitectónicas dos monumentos visitados.
Os alunos da Educação Especial fizeram uma ficha exploratória relativa à viagem a efectuar e outra ficha reflexiva, no primeiro dia de aulas, a seguir à visita.
Todos se mostraram entusiasmados, felizes e dispostos a participar noutras viagens de estudo.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

COMEMORAÇÃO DO DIA INTERNACIONAL DO CIDADÃO DEFICIENTE

O dia nove de Dezembro de 1975 foi proclamado pela Assembleia Geral das Nações Unidas como o Dia Internacional do Cidadão Deficiente, contudo, uma década após o estabelecimento desta data, a Assembleia Geral das Nações Unidas, proclamava um novo dia para celebrar este evento. Ficou assim consagrado o dia 3 de Dezembro. Esta alteração fez com que, nos termos da al. g) do artigo 202.º da Constituição, o Conselho de Ministros, através da resolução n.º 24/93 (2ª série) de 6 de Setembro, adoptasse também a referida data. Trata-se de uma comemoração que se realiza com o objectivo de fomentar uma maior compreensão dos assuntos que dizem respeito à deficiência e para mobilizar a defesa da dignidade, dos direitos e do bem-estar das pessoas. Pretende aumentar a consciência dos benefícios trazidos pela integração das pessoas com deficiência em cada aspecto da vida política, social, económica e cultural.
Deficiência é um conceito definido pela Organização Mundial de Saúde e é usado para definir a ausência ou a disfunção de uma estrutura psíquica, fisiológica ou anatómica. “A expressão pessoa com deficiência pode ser aplicada referindo-se a qualquer pessoa que possua uma deficiência”. Contudo, o termo deficiente para denominar pessoas com deficiência tem sido entendido como inadequado, pois considera-se que leva consigo uma carga negativa/depreciativa da pessoa. Actualmente a palavra é considerada como “inapropriada”, capaz de promover o preconceito em vez do respeito pelo valor integral da pessoa. A partir da Declaração de Salamanca (1994) estabeleceu-se uma nova terminologia mais abrangente e menos preconceituosa. Assim, em vez de deficiência, passou a designar-se por Necessidade Educativa Especial, toda e qualquer necessidade considerada atípica e que requeira algum tipo de abordagem específica por parte das instituições, seja de ordem comportamental, social, física ou emocional. Esta nova designação, ao promover uma abordagem mais inclusiva, implica também um maior volume de recursos para alcançar esse desiderato. Na senda da Declaração de Salamanca, a CIF, ao exigir uma avaliação mais rigorosa dos diferentes casos, pretende optimizar os recursos em ordem a que eles cheguem a quem mais precisa. Neste contexto, Simeonsson (1994) sugere que se distinga entre “problemas de baixa frequência e alta intensidade” (caso das “alterações sensoriais, tais como a cegueira e a surdez, o autismo, a paralisia cerebral, o sindroma de Down …”) e “alta frequência e baixa intensidade”. Os primeiros, requerendo uma intervenção precoce e uma grande mobilização de recursos, humanos e materiais.
Porém, os casos de alta frequência e baixa intensidade, que a crise de valores éticos e morais, a par da crise económica instalada está a potenciar de forma exponencial, devem-nos merecer a maior atenção. Trata-se de casos a que todos temos de estar atentos. E quando digo todos, não excluo ninguém: governo, autarquias locais, escolas, professores, técnicos administrativos e técnicos auxiliares de educação.
Numa perspectiva microssistémica, a queda abrupta de rendimento de um aluno, pode estar relacionada com estas situações. A referenciação de alunos para a educação especial, deve, obrigatoriamente, descartar esta possibilidade. Por isso, subjacente ao processo de referenciação, deve haver um conhecimento aprofundado de todas as situações sócio-económicas, culturais e educacionais relativas ao aluno em questão e um esgotar de todos os apoios previsto na legislação em vigor, nomeadamente, os consignados no Despacho normativo 50/2005 de 20 de Outubro.
De acordo com o Decreto-Lei n.º 3 de 2008 de 7 de Janeiro, a Educação Especial destina-se a dar resposta aos alunos com “limitações significativas ao nível da actividade e participação, decorrentes de alterações funcionais e estruturais de carácter permanente, dando lugar à mobilização de serviços especializados para promover o potencial de funcionamento biopsicossocial (DGIDC, 2008). Como referido, não cabem no conceito de educação especial, os alunos cujas limitações não obedeçam ao princípio sublinhado. O que não quer dizer que ficam sem apoio. Significa, isso sim, que para esses alunos, tem de se procurar outro tipo de resposta educativa que não passe pela educação especial. Assim, para esses alunos, existe um conjunto de respostas que pode e deve ser implementado, a começar pelos Percursos Curriculares Alternativos ao abrigo do Despacho n.º 1 de 2006, D.R., II Série de 06 de Janeiro, que (não sendo uma panaceia) pode resolver muitas situações, passando pelos CEF (Cursos de Educação e Formação) e PIEF (Programas Integrados de Educação e Formação) e acabando nos diferentes cursos profissionais existentes nas diferentes escolas.
Neste dia de reflexão, como profissional da educação, não posso deixar de lamentar a forma como por vezes é encarada a educação especial por certos responsáveis. Trata-se de uma visão míope. A educação especial “não dá votos” . A educação especial é vista, por alguns, como uma espécie de quisto, (que se pudessem extirpavam) não permite o show-off com que pretendem encobrir as desgraças em que se tornaram algumas escolas. É ostracizada porque não contribui para dourar a estatística de uma certa escola de “referência” e “excelência”. Contudo, não creio numa escola ou sociedade que despreze os mais fracos, aqueles que não conseguem defender-se, aqueles cujas famílias, mesmo apercebendo-se, têm receio de denunciar os casos com medo de que lhes aconteça pior.
Como é natural, esta insensibilidade não acontece só em algumas escolas, infelizmente, muitos responsáveis pelas autarquias locais continuam a aprovar projectos de construção que são autênticas barreiras para os incapacitados. Provavelmente, quem assim actua, foi “educado” numa dessas escolas insensíveis. Todavia, nem por isso é menos responsável. Há muito que a lei prevê a eliminação de barreiras arquitectónicas, há muito que a lei estipula quotas para empregar cidadãos com incapacidades, há muito que as empresas têm apoios para empregar pessoas “menos válidas”. Contudo, em Portugal, a estatística da empregabilidade indica que se encontram profissionalmente activos 55,2 por cento dos deficientes! (Aguiar, Carla e Negrão, Leonardo in DN de 05 Novembro 2008), o que não sendo mau - na maioria dos países até 80% das pessoas com deficiência em idade de trabalhar está desempregada – não nos pode deixar descansados. O que será feito dos restantes 44,8% de cidadãos deficientes desempregados? Como será a estatística actual? Como será a estatísticas nos anos vindouros?

Bibliografia:
· Resolução n.º 24/93 (2ª Série) – Conselho de Ministros de 6 de Setembro).
· ONU (Organização das Nações Unidas).
· Ministério da Educação (2008). Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular, Manual de apoio à prática.
· Ministério da Educação (2008). Decreto-Lei n.º 3 de 2008 de 7 de Janeiro
· http://www.peti.gov.ptpeeti_menu.asp.
· http://www.junior.te.pt/servelts
· http://www.citizencorps.gov/news/themes10/december.shtm
· http://girofle.blogspot.com do.html>de 6 de Setembro de 1993.
· Despacho n.º 1 de 2006, D.R., II Série de 06 de Janeiro

Agrupamento Vertical de Lamego, Escola EB 2,3, 03 de Dezembro de 2010
Educação Especial

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Apoios..... Onde

Escola "não abandona os alunos"
Numa entrevista, publicada no Público, a Ministra da Educação, afirma convictamente que a realidade educativa é desconhecida da generalidade da opinião pública. Isso permite-lhe proferir afirmações completamente desfasadas da realidade.
Vejamos:
P- Não deixa de ser notório o contraste do retrato que faz com o de uma avaliação do Conselho Nacional de Educação, em que se diz que "somos quase o único país europeu que não encontrou soluções para apoiar os alunos" com dificuldades.
ME- Nós damos apoio aos alunos, que têm dificuldades, aos que têm necessidades educativas especiais; damos em vários domínios. Somos um país que dá apoio aos alunos. Não me revejo nessa citação. É uma questão de conhecimento da realidade e não de optimismo. Os professores estão muito atentos e investem muito nos alunos com dificuldades.


Em que país vive a nossa Ministra?!
Publicada por Fátima G.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Bom ano lectivo

Olá a todos!


Mais um ano lectivo que se iniciou. Tudo indica que se avizinham mais uns tempos conturbados. e de muito trabalho. No entanto, haja esperança acima de tudo nós somos uns lutadores ! Desejo um bom ano a todos: colegas, amigos, visitantes do blog! E por favor façam o favor de fazer os vossos alunos felizes....

A colega da E.E.

Fátima Gonçalinho